Mais uma vez as ruas se vão encher de gente a atacar o Sócrates como se ele fosse o culpado dos problemas, como se estivesse nas suas mãos a cura de todos os males, e, até mesmo a condução do país.
O que estes "Deolindas" vão fazer é mais uma vez iludir o povo.
Se alguém pensa que a situação má em que o país se encontra, se resolve substituindo o Sócrates, gritando sloganes contra esta governação, está a enganar-se a si próprio porque a sua qualidade de vida não irá melhorar.
Aquilo que todos os dias vimos e ouvimos via TVs são discursos e mais discursos de "brilhantes" economistas, politólogos e eu sei lá mais o quê, são autênticas mentiras, toda esta gente já passou por governos deste país, algumas destas personalidades são autênticos abutres, para eles apenas contam as suas conveniências vejam quem esta á frente das maiores empresas do país, qual foi, ou é, o seu currículo politico.
O problema não está em qualquer "Sócrates".
O inimigo do povo, do desenvolvimento do país são os banqueiros, são eles que detém o verdadeiro poder no mundo, eles é que determinam progressos e atrasos, eles é que proíbem os países que lhes devem fortunas enormes, de saldar as dividas porque o que lhes interessa são os altos juros que deles recebem, vejam o que se está a passar com a nossa divida soberana.
Lutar sim, mas por objetivos claros e precisos e não para colocar no poder os abutres.
quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O INICIO DE UMA NOVA ERA

Quando no regresso de uma visita a familiares, chego às portagens
de Alverca preparo o ticket para pagar. Ao esticar o braço vejo que
não está ali ninguém logo penso que me enganei, mas não, porque ouvi
uma voz a dizer para introduzir o ticket, é então que vi que em vez
dos portageiros agora existem máquinas..
É assim aqui, é assim nos campos de onde eu sai, ontem trabalhavam na
apanha da azeitona ranchos de homens e mulheres, uns varejando, outros
separando as folhas, outros enchendo os sacos. Hoje o manobrador
encosta a maquina á árvore e com três sacudidelas toda a azeitona cai
dois homens enchem os sacos e colocam no atrelado, adeus ranchos.
Nas unidades de produção onde ontem para produzir uma determinada
produção seriam precisos 100 pessoas, hoje por força do desenvolvimento
dos meios de produção 20 pessoas executam a mesma trabalho.
É assim nos campos, é assim nas fábricas,. é assim nos escritórios.
O que era hoje deixou de ser.
É o inicio de uma novo ciclo, tudo está a mudar. Tudo menos quem
devia de mudar primeiro, os políticos, eles continuam como no século
passado. Para eles o culpado de tudo é sempre o outro partido, o
nosso que é o bom.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O ÓDIO DE SENHOR LOUÇÃ
Comparar Portugal ao Egipto!!?? É assim, somos todos nós que pagamos a esta gente.
Para isto.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/pais-pior-do-que-em-74
Onde foram feitas estas entrevistas? Na Quinta da Marinha? Na Herdade da Aroeira? Aos familiares dos Portas, dos Cavacos, dos Louçãs, dos Coelhos, dos descendentes daqueles 20 a 30 % que viviam à custa da maioria da população?
Há cerca de 40 anos, eu vivia no Alto de Barronhos, bairro de barracas situado entre Linda-a-Velha e Carnaxide, a barraca tinha duas divisões onde vivíamos sete pessoas.
Há 40 anos, eu trabalhava nas obras onde não era feito qualquer desconto para a caixa, não tinha seguro, se precisa-se de médico tinha de pagar.
Há 40 anos o que me pagavam pelo trabalho que prestava não dava para me alimentar.
Há 40 anos desconhecia o que eram férias.
Há 40 anos se manifesta-se descontentamento ao patrão pelo tratamento que me dava era despedido, se me manifesta-se na rua era preso.
Há 40 anos, Lisboa estava rodeada de bairros de barracas onde sobreviviam milhares e milhares de seres humanos que serviam de rendimento aos ricos e poderosos.
Há 40 anos seguramente que 70 a 80% da população do país vivia na miséria.
40 anos depois vivo numa casa e já não preciso limpar o cu a pedras
40 anos depois tenho férias, subsidio de férias e de Natal.
40 anos depois estou no desemprego, mas recebo um subsidio.
40 anos depois tenho um Estado Social que me protege.
40 anos depois posso gritar bem alto e chamar bandidos a quem me tratar mal.
40 anos depois sinto prazer a ver estes parasitas a sonharem com o passado.
Onde foram feitas estas entrevistas? Na Quinta da Marinha? Na Herdade da Aroeira? Aos familiares dos Portas, dos Cavacos, dos Louçãs, dos Coelhos, dos descendentes daqueles 20 a 30 % que viviam à custa da maioria da população?
Há cerca de 40 anos, eu vivia no Alto de Barronhos, bairro de barracas situado entre Linda-a-Velha e Carnaxide, a barraca tinha duas divisões onde vivíamos sete pessoas.
Há 40 anos, eu trabalhava nas obras onde não era feito qualquer desconto para a caixa, não tinha seguro, se precisa-se de médico tinha de pagar.
Há 40 anos o que me pagavam pelo trabalho que prestava não dava para me alimentar.
Há 40 anos desconhecia o que eram férias.
Há 40 anos se manifesta-se descontentamento ao patrão pelo tratamento que me dava era despedido, se me manifesta-se na rua era preso.
Há 40 anos, Lisboa estava rodeada de bairros de barracas onde sobreviviam milhares e milhares de seres humanos que serviam de rendimento aos ricos e poderosos.
Há 40 anos seguramente que 70 a 80% da população do país vivia na miséria.
40 anos depois vivo numa casa e já não preciso limpar o cu a pedras
40 anos depois tenho férias, subsidio de férias e de Natal.
40 anos depois estou no desemprego, mas recebo um subsidio.
40 anos depois tenho um Estado Social que me protege.
40 anos depois posso gritar bem alto e chamar bandidos a quem me tratar mal.
40 anos depois sinto prazer a ver estes parasitas a sonharem com o passado.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
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